TV na farmácia: o que anunciar sem falar de medicamento
Farmácia tem fila, tem espera de balcão e tem uma regra clara: medicamento tem restrição de publicidade. Sobra — e é onde está a margem — perfumaria, dermocosmético, genérico, serviço e programa de fidelidade.
- Fila longa no balcão sem nenhuma comunicação
- Perfumaria com margem alta e zero destaque
- Cliente que não sabe dos serviços da loja
- Insegurança sobre o que pode ou não anunciar
Em farmácia a pergunta certa não é "o que eu quero anunciar", é "o que eu posso anunciar". A regra da Anvisa é restritiva com medicamento e silenciosa com o resto da loja.
Este hub cobre o que a tela pode exibir com segurança, como usar o tempo de fila e como comunicar serviço (aplicação, aferição, farmácia popular) que o cliente nem sabe que existe.
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O que a farmácia pode anunciar na TV da loja (e o que não pode)
Medicamento tem regra apertada de publicidade. Perfumaria, dermocosmético e serviço não — e é ali que está a margem da farmácia.
A fila do balcão é o ativo que a farmácia mais desperdiça
O medicamento traz o cliente; a perfumaria paga a conta. Como usar os minutos de fila para girar a categoria de maior margem da loja.
Perguntas frequentes — Farmácias
Farmácia pode anunciar medicamento na TV da loja?+
A propaganda de medicamentos é regulada pela Anvisa (RDC 96/2008): isentos de prescrição têm regras estritas de advertência, e os de prescrição não podem ser anunciados ao público leigo. Perfumaria, cosmético, correlato e serviço não têm essa restrição.
Então o que colocar na tela?+
Perfumaria e dermocosmético, promoções de higiene, programa de fidelidade, serviços da loja, horário e plantão, orientação institucional de saúde e formas de pagamento.
Onde a tela funciona melhor?+
Acima do balcão de atendimento, onde a fila olha, e perto da gôndola de perfumaria, onde a decisão é por impulso.
Genérico pode aparecer?+
Comunicação sobre política de desconto e disponibilidade de genéricos costuma ser institucional, mas qualquer peça que cite medicamento específico precisa passar pela regra da Anvisa. Na dúvida, mantenha o foco no não-medicamento.
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